sexta-feira, 30 de abril de 2010

Tic-tac

Porque me fazes isto? Eu sei que não consigo lutar contra ti, e por isso devia ser tua aliada. Mas é difícil esquecer-te, pois estás sempre presente, nunca te vais embora, seja quando estou ocupada ou sem nada para fazer. Porque no silêncio, és efémero, e na exaustão também o és.
Podes passar, embora a memória permaneça inerte. Posso perdoar e esquecer, e voltas a abrir-me uma fenda. Podes ir embora e não dizer nada, porque antes nem palavras foram precisas. Quando elas começaram a ser necessária, tudo se evaporou e foi com o vento - "palavras, leva-as o vento".
És a agulha no palheiro, a última gota de água do oceano, o último respirar, o lince ibérico em extinção, a faca de dois gumes, o diamante por lapidar, o sorriso triste, o espelho da alma, o poço dos desejos, a cara ou a coroa da minha última moeda de cem escudos, a minha arca de madeira trabalhada, a minha biblioteca pessoal, as minhas fotografias mais antigas, a minha amnésia momentânea...
És tudo e às vezes nada, algo inventado pelo homem, que já antes existia. Sim, não é só a pescada que antes de o ser, já o era. O tempo sempre cá esteve, mesmo que não o saiba.

sábado, 10 de abril de 2010

Um dia...

Um dia vou implementar a lei da Felicidade para todos. Não há a saúde para todos? Um dia vou dar a volta ao mundo sem ser em 80 dias, que tal mais? Um dia vou ali e já venho quando me apetecer. Um dia direi o que me apetece sem repercussões. Um dia não direi nada, e silêncio far-se-á. Um dia saio sem pedir licença. Um dia direi tudo o que não disse a quem devia ouvir.
Esse dia será longo e cansativo, cheio de peripécias e aventuras. Será o melhor dia que acontecerá, e talvez o pior. Será tudo o que nunca foi e o que jamais será.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Nem o lacrar te prometerá salvação

Rasga-me mais um pouco como se não tivesses dó nem piedade. Cose aqui e acolá como se não sentisse cada picada. Eu sei que é mais fácil para ti, sempre foi. Eu sei que não significa nada para ti, nem mesmo se me tornasse cinza ou fumo, pura poluição. Tu sabes sempre o que está certo, sempre. Esqueces-te que eu posso perdoar, embora não esqueça, embora a tua existência pouco me dê, um nada. Sê o que és, e eu jamais confiarei como uma cega, hipnotizada, marcada. Já comecei a cortar a teia, sim esta corda transparente, esta tinta que continuou a escorrer e a sujar o local onde repouso, onde formo cada palavra e frase desmedida. O tinteiro vai começar a secar, e aí, não há volta a dar. Nem o lacrar te prometerá salvação.
Não se deixa cair, assim, algo tão precioso que se receba de oferta. Rachaste-o, quase que o partiste, e agora não há cola super três que o salve. Não vale a pena sorrir, vale a pena rir, que me rio também do disparate. Rio-me para não ficar para trás, para brincadeiras basta! Nunca mais te levarei a sério. Vê o que deu a minha falta de humor!

sábado, 21 de novembro de 2009

"Traída" da saga Casa da Noite


Fresquinho e ainda na cabeça encontra-se Traída de P. C. Cast e Kristin Cast, segundo volume da Saga da Casa da Noite da Editora Saída de Emergência.
Tudo parecia encaminhado neste novo mundo que a acolhera, embora o que pareça às vezes não seja realmente a verdade. Zoey Redbird, a heroína, depara-se com situações completamente díspares relacionadas com o que antes tinha como definido, até o comportamento da Sumo-Sacerdotisa Neferet - a "directora" do estabelecimento de ensino.
Entre mortes inesperadas de humanos e de colegas e amigos iniciados em mudança para vampyros, tudo parece desabar-se. Sem contar com os problemas amorosos naquele triângulo que mais parece um quadrado, dividida entre um humano, um em mudança e um vampiro poeta.
Já estou à espera do terceiro volume, Escolhida. Que decisões tomará a iniciada mais avançada da Casa da Noite?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O meu dia foi uma serra eléctrica de ruído estridente, uma dor de corte.

Vê-me! Estou feita num oito. O meu dia foi uma serra eléctrica de ruído estridente, uma dor ao corte – mas onde ainda me levanto com o intuito de voltar a casa e esperar que me trates e cosas. Principalmente se tiveres cuidado ao sarar-me as feridas, ignorando as minhas lamechices e ao pores música ambiente, que me cure do silêncio infernal.

Lembro-me de outras serras eléctricas que atacaram em dias, nuns mais, noutros menos, à espera de fazerem desistir a quem arrancavam e estilhaçavam a carne. Até que me saturei de sofrer do latejar que me provocavam, esvaziando-lhes o depósito do combustível. Por isso, cuida de mim: parece que ainda tenho mazelas.


domingo, 25 de outubro de 2009

Aquele pedaço de mundo que se quer só para nós nunca será nosso. Aquele pedaço de querer que temos existirá sempre. Aquilo que tinha antes quero de volta. Porque aquilo que quero hoje, amanhã pode não existir ou simplesmente já não estar na minha mira. Quero e pronto! Será demais dizer? Não, porque não digo literalmente, apenas por alguma atitude menos ponderada ou pouco reflectida.
Escorre ouro pelo sangue sempre que se deseja algo que embata nos desejos de outros ou na liberdade de quem nem conhecemos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Foram dias cheios de horas recheadas por minutos

Um ano de Talismã. Sim, foi ontem que o talismã celebrou o seu primeiro aniversário... Infâncias à parte, é altura de um rescaldo.
Depois de iniciar este blogue com ultimatos ao Verão de 2008, falta de paciência para permanecer sem actividades no final das férias (onde é que já ouvi isso neste dias?), recordar acidentes que marcaram o mundo (11 de Setembro), desabafos intelectuais e emocionais entre devaneios, assuntos da mais importância entre politiquices e cultura, e o devorar incansável dos amigos mais fiéis que se possa ter, os livros - sem menosprezar os que são mesmo e os cães -, estes últimos, entre mordeduras de presas aguçadas, dieta rica em hemoglobina e ferro, cegueiras instaladas, ossadas por desenterrar, alienígenas parecidos com centopeias, e tantos outros assuntos por que passei nesta morada.
Foram dias cheios de horas recheadas por minutos, entre eles, entornados de segundos simplesmente embriagados por milissegundos.




Deixo um vídeo em matéria musical - Vanessa Mae com "Storm" (4 estações de Vivaldi).

domingo, 6 de setembro de 2009

Marcada - P. C. Cast e Kristin Cast

Nota: Este post poderá conter informação a mais para quem não queira saber algo sobre a Saga Casa da Noite.

Já terminei a leitura de Marcada de P. C. Cast e Kristin Cast da editora Saída de Emergência. No início achei estranho estar na contra capa o nome da personagem principal "Zoey Redbird" e no início do livro "Zoey Montgomery" - podia ser um erro. Só depois percebi que não, afinal o sobrenome "Redbird" tem mesmo razão de ser.
Sobrenomes antagonistas à parte, no início vejo uma Zoey estranha que tem uma melhor amiga tagarela e aborrecida, uma tal de Kayla. Até que é marcada por um Caça-Cabeças - não se trata de um assassino em série que corta as cabeças e colecciona-as. - Apenas, tatua uma marca na cabeça de jovens seleccionados para frequentarem uma escola de vampyros (o "y" está no livro) chamada Casa da Noite - por acaso também é o nome da Saga. Também há o Heath, um ex-quase namorado, que não a deixa em paz, além de ser bêbado.
Entre um mãe ausente, um padrasto do pior, uma irmã chefe de claque e um irmão "nerd", Z só conseguirá ir para a nova escola com auxílio da avó. Lá, encontra amigos, inimigos e alguém especial, Erik.

O segundo livro da saga Casa da Noite, Traída, estará disponível a partir de dia 11 deste mês.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sumo de laranja a brotar do espremedor de citrinos

Há muito tempo que não te vejo. Anos ou milénios? Já não sei quanto tempo passou, só sei quando foi. Naquela noite de inverno, entre sorrisos e encostes de faces, intercalados entre goles e risadas à debandada... Lembro-me como se fosse hoje. Lembras-te? Já sabia a resposta. É difícil não esquecer o que não é importante. É a razão para me lembrar. É a razão de não me conseguir esquecer.

Não vale a pena perguntar nem tocar no passado, por mais recente ou tardio que ele seja. Não vale a pena arrepender por aquilo que não se fez, porque o que deve escorrer arrependimento é o feito e dito. Tal como sumo de laranja a brotar do espremedor de citrinos - quem tiver limões também pode, só fica mais azedo. Por falar em azedo, já me devias dar azia de tanto me caíres mal no estômago. Mas é como se a razão fosse totalmente contrária à emoção - e é.

A falta de afazeres não ajuda ao esquecimento. Faltam as horas finitas e por alongar, faltam-me os gracejos acastanhados das amêndoas perspicazes e bem ovais de felino atento. Sinto falta da demora de leitura dos meus pensamentos - banais eternidades - e do afagar de peles, sem me esquecer da fragrância agradável e conhecida.

Nota: nova aquisição literária - Marcada de P. C. Cast e Kristin Cast da editora Saída de Emergência - ao lado na barra lateral em Bagagem de Mão.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Um Corpo de Duas Mentes (e mais alguma coisa)

Após alguns tempos de ausência, é tempo de voltar a escrever algo aqui no Talismã. Sim, depois de alguns episódios próprios de Verão, ainda não sei bem o que hei-de de mencionar. Entre sucedidos, algo terá ênfase.

Na questão das leituras, acabei por repetir um livro, desta vez, ao detectar outros pormenores, um pouco ignorados então, na altura da sua estreia no meu universo literário: Nómada, já teve direito a primeira página aqui neste blogue. É impressionante como a presença de um corpo de duas mentes pode ser conflituosa e controversa. O que o corpo deseja, uma das personalidades não aceita, nem vice-versa. Como é que se pode viver assim? Com algum sacrifício. Nesta questão, a Alma tem mais hipótese de sucesso, mesmo que a mente pertencente ao corpo hospedeiro se recuse a desaparecer para todo o sempre.
Entre leituras, a música também teve espaço. Deolinda, um projecto de fado que atrai pessoas de todas as idades, proporcionou um concerto abençoado, embora divertido com pequenas estórias introdutórias às canções, ambas contadas e cantadas por Ana Bacalhau, a intérprete. "Clandestino", "Fado Toninho" e "Fon Fon Fon" (em baixo, vídeo do tema ao vivo no Top+) - estas duas últimas com direito a bis no final - e até um fadinho de Amália proporcionaram momentos de descontracção e até de dança à plateia ao ar livre.

Espero não demorar muito a publicar uma nova entrada no blogue. Quem sabe?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

É a regressar que espero partir

Apetecia-me embarcar num voo de ida, sem volta. Daqueles que só se paga metade e a outra fica dentro do bolso para se gastar no alojamento, alimentação e outras coisas. Apetecia-me ir para o outro lado do mundo viver outras culturas e respirar outros ares - poluídos ou não. Já não se pode pedir muito. Dava-me jeito um meio de transporte, nem que fosse uma bicicleta sem motor, onde se pudesse pedalar ao sabor do vento a arrefecer a cara.

Um deserto seria o ideal: miragens, sede, dificuldades de respiração, desidratação e andar com chaile branco na cabeça e outras roupas claras. Mesmo que a bicicleta se enterrasse na areia - má ideia. Ah! como seria gratificante chegar a uma fortaleza francesa daquelas retratadas nas aventuras de Tintim. Pelo menos teria onde dormir e alimentar-me, tirando todas as outras desvantagens.
Na secção de animais viajantes, Milú terá sido o cão com mais sorte de toda a ficção: foi até onde o dono quis ir e o barco esteve entre os meios de transporte utilizados. Até o cheiro a charutos inalou.

Agora, em relação a viajar no mar e até submergir neste, lembrei-me da Menina do Mar, obra de Sophia de Mello Breyner Andresen (cujo aniversário da morte se comemorou ontem), onde uma menina que cabe na palma da mão mostra o oceano e a sua beleza a um rapaz da praia. Recordo-me da sua leitura há muito tempo atrás, uma estória obrigatória na sala de aula. Contudo, o conto que mais aprecio criado pela autora é "A Viagem" - é impressão minha, ou hoje o tema desta minha dissertação está confinado ao acto de zarpar para outros lugares? -, algo que me faz pensar sempre que o leio, contido na obra Contos Exemplares. Tudo desaparece. O seu companheiro de viagem, o caminho já percorrido e as amoras num milagre das rosas sem realezas. Porque haveria de existir alguém do outro lado do precipício? A esperança reside mesmo nos actos mais desesperados.

"- Ah! - exclamou a mulher - tão depressa! Tão depressa desaparece tudo! Encontramos as coisas. Estão ali. Mas quando voltamos já desapareceram. E nem sabemos quem as desfez e as levou."
in "A Viagem", Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen

E com isto, já me fui embora e já voltei. É tão bom voltar, e é a partir que espero regressar.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Amanhecer: 3.º livro, o de Bella

Nota: Antes de algo, tenho que advertir para o caso de mencionar tópicos demasiado importantes neste 4.º/restantes livro(s) da Saga Luz e Escuridão. Posso ser evasiva ao ponto de desvendar algo crucial ou que ainda não seja do conhecimento de algum leitor actual/futuro.

Precisamente, quinze dias após adquirir o último livro da Saga Luz e Escuridão, Amanhecer, chego à última página preenchida de letras a tinta negra.

A terceira divisão deste livro, a de Bella, relata uma nova lista de novidades após a sua transformação em vampira - isso, depois de quatro livros a ouvir falar na sua vontade de não envelhecer mais que Edward, juntamente à de converter-se ao mundo dos imortais. Dizem que à terceira é de vez, mas o dilúculo só sucedeu à quarta tentativa neste cenário mítico construído por Steph, a autora.

É evidente que os problemas de desequilíbrio e a fragilidade física - sem falar na mental, quase sempre fortificada, começando pela sua mente fechada, sem poder ser acedida por Edward, o leitor de mentes - passaram a não existir. "Anormalidade" mental que acabou por se traduzir num Escudo protector, de características elásticas e que influenciou, revelando-se até fulcral numa quase batalha travada contra os italianos Volturi, Anciãos e ditos defensores da classe vampírica no mundo. Pseudo-batalha com algum fundamento na suposta presença e criação de uma Criança Imortal com características vampíricas pelo Clã Cullen, o que não passou de um mero equivoco e cegueira de Irina (os lobisomens aniquilam o seu companheiro Laurent em Lua Nova - 2.º livro), um frio do sexo feminino da família Denali do Norte, amicíssima dos Cullen. Afinal, a tal criança que vira a caçar com Bella e Jacob na floresta, era Renesmee, filha de Edward e Bella, gerada e nascida enquanto esta última ainda era humana. Irina, na sua atitude espia, não reparara nem sentira o coração e essência diferentes provenientes da menina, ao contrário das crianças imortais outrora aniquiladas pelos Volturi, apressando-se a juntar o útil ao agradável e ao temível com a sua denúncia às autoridades.

Com todo este cenário destruidor previsto por Alice, deixou passar a impressão que abandonara a sua família, o que não foi bem verdade. Isto só sucedeu com um objecto muito definido e que surtiu efeito.

Ao contrário do que se pensava, após a transformação de Bella, Jacob não se foi embora, nem os lobos tentaram um descarte do "monstro", pois Renesmee fora alvo da marcação pelo lobisomem Alfa por direito, acontecimento incontrolável.

É evidente que recomendo a leitura destes quatro livros a sedentos de estória cativantes e que agarram o leitor até à última página. Depois do lançamento do sétimo e último livro do feiticeiro mais conhecido do mundo, Harry Potter e os Talismãs da Morte de J. K. Rowling, que não encontrava uma saga assim, ao ponto de saciar-me tanto a sede de leitura.

P.S.: O último capítulo é o "Felizes para Sempre". Prefiro não dizer mais nada, porque para bom entendedor, meia palavra basta.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Amanhecer: Livro dois, Jacob

Nota: Antes de algo, tenho que advertir para o caso de mencionar tópicos demasiado importantes neste 4.º/restantes livro(s) da Saga Luz e Escuridão. Posso ser evasiva ao ponto de desvendar algo crucial ou que ainda não seja do conhecimento de algum leitor actual/futuro.


O Livro Dois, o de Jacob, consiste na parte da estória depois de Bella saber que está grávida, até ao nascimento do "monstro", como Jacob o intitula. Como já tinha dito, os títulos dos capítulos são extensos e muito expressivos, até com algum sarcasmo. Não me consigo deixar de recordá-lo como um mártir, uma personagem que sofre - isto pode não ter sentido, mas parece que encontrei uma espécie de Lua Nova dentro do Amanhecer, em que o lobisomem é aniquilado por dentro e acaba sempre por voltar a encontrar Bella, mesmo que se tenha despedido ou deixado a sensação que jamais a voltaria a ver. Sim, Jacob vive numa espécie de escuridão e desespero. Nem mesmo as conversas e os sentimentos de Leah, outro elemento da alcateia, o atenuam, sendo ela também alvo de um amor não correspondido, tal como ele.

Quando depara-se com a felicidade de Edward, Bella e o "monstro", na primeira vez que Edward se demonstra menos relutante, deixando de chamar ao seu filho "feto", e acrescentando que este ama a mãe - Bella -, o lobisomem fica desorientado, só com vontade de sair daquele cenário. Edward, ao ler-lhe os pensamentos, manda-o ir-se embora, lançando-lhe as chaves de um carro. Jacob não demonstra cerimónia e faz-se à estrada. A questão de marcar em lobisomens não lhe dizia nada, porque ainda antes de se transformar e saber que algum dia pertenceria a uma alcateia ou mesmo que seria um Alfa por direito, já alimentara um amor por Bella. Estaria Leah certa ao ponto de que bastaria marcar uma rapariga qualquer para todo aquele sofrimento que sentia desaparecer? Contudo, a sua investida foi inútil, não conseguira marcar ninguém no meio de tantas raparigas que encarara.

Em Lua Nova, também Bella tenta seguir em frente. Após a partida de Edward, chega a ponderar deixar entrar na sua vida Jacob de um ponto de vista diferente da amizade, mas isso não acontece. Acaba por não ceder, nem esquecer o vampiro que lhe havia mudado a vida para sempre, chegando ao ponto de chamar o perigo e mesmo saltar penhascos, só para ouvir a sua voz.

O que Jacob não estava à espera é que "se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé". Não precisaria de procurar mais. A marcação ocorreria, mesmo que fosse pelo ser que mais quisesse ver fora do baralho, até pelas suas próprias mãos.

P.S.: Parece que o aniversário de Edward foi no dia 20: 108 anos.